Quero estudar fora. Por onde começo?

Em tempos de incertezas no mercado de trabalho, é importante pensar em meios efetivos de se especializar e conseguir mais conhecimento. Dessa forma, se destacar da concorrência e chamar a atenção de grandes empresas se tornam metas mais acessíveis. E estudar em outro país é uma opção bastante interessante diante deste cenário.

A vontade de sair do Brasil já é bastante comum entre adultos e jovens que se interessam por uma vida acadêmica. Afinal, lá fora é um mundo novo, repleto de visões e aprendizados diferentes que podem fazer a diferença em um retorno ao nosso país. Mas para que a viagem dê certo e seja produtiva, é importante seguir alguns passos.

Quero estudar fora. Mas por onde começo?” Se esta dúvida também é sua, não se preocupe. Com as orientações deste artigo, você pode montar um planejamento bem organizado e se preparar para essa grande aventura. Confira!

Inicie com antecedência

Se você planeja estudar fora daqui um ano, a hora de iniciar todos os trâmites é agora. Lembre-se de que se inscrever em uma universidade estrangeira é um processo burocrático e que, se você ainda não tiver dinheiro em mãos, é preciso economizar e reunir o necessário para ficar tranquilo. Isso também permite comprar passagens mais baratas e a não perder prazos de aplicação.

Fazer tudo com calma oferece mais chances de fazer boas escolhas e de avaliar bem as possibilidades que você tem em mãos. Em muitos casos, o estudante pode até viajar com algumas semanas de folga para conhecer o local onde passará boa parte de seu tempo a partir de então e começar a se habituar aos costumes e regras da região. A adaptação fica muito mais fácil, e os meses longe de conhecidos, menos solitários.

Por fim, aproveite este gancho para já estudar o idioma. Embora nem todas as universidades peçam conhecimento avançado da língua estrangeira, quanto mais você souber se comunicar e se expressar, melhor. Esta é a chave para fazer contatos, se aproximar de colegas e conseguir resolver situações por conta própria.

Determine seu objetivo

Quero estudar fora.” Mas por que exatamente fazer isso? Essa deve ser a primeira pergunta a ser respondida assim que você se decidir pela experiência de intercâmbio. De nada adianta simplesmente fazer as malas e se matricular em um curso genérico. É preciso ter um objetivo claro, para que a oportunidade seja muito bem aproveitada.

E opções não faltam para isso: você pode aprender um novo idioma, dar um upgrade na carreira, realizar estágios e até mesmo investir em trabalho voluntário. Portanto, determine bem o que você pode ganhar com isso antes de começar a se organizar, para não perder tempo, dinheiro e nem se desgastar com processos que depois serão deixados de lado.

Organize seu tempo e seu dinheiro

Ir para outro país estudar é um grande investimento. Portanto, você precisa de duas coisas indispensáveis: tempo e dinheiro. Se você já trabalha ou tem compromissos fixos no Brasil, não deixe de organizá-los. Converse com a gestão da empresa, explique seus objetivos e negocie sua ausência. O mesmo vale para questões familiares e pessoais. Procure não deixar pendências, pois em um imprevisto, voltar nem sempre pode ser tão rápido.

O fator dinheiro também deve ser bem programado. Lembre-se de que além da mensalidade do curso, você precisará de uma quantia para comer, usar transporte, lidar com emergências, se hospedar e, é claro, passear e comprar lembranças para as pessoas queridas. Coloque todos os prováveis gastos em uma planilha e nunca viaje sem ter tudo bem organizado.

Escolha seu curso

Agora que você já sabe quanto tem em mãos para gastar, quanto tempo pode se dedicar aos estudos e com qual finalidade será seu intercâmbio, é hora de se decidir por um curso. Procure por valores, pela localização da universidade e por destinos que tenham uma qualidade de vida que te agrade, pelo preço que você pode pagar.

Fique de olho na grade disciplinar e também na carga horária. Estudar fora requer disciplina constante, mas você deve se cuidar para não ficar sobrecarregado e deixar de realizar projetos e atividades com qualidade. Veja aquilo que se adequa ao que você consegue e sabe fazer e siga por este caminho.

Esse é um processo delicado, que deve ser feito com muito cuidado. Afinal, finalizar um curso e pegar o diploma é uma missão de muita responsabilidade. Pesquise na internet, assista a depoimentos no YouTube, conte com a ajuda de instituições no Brasil que tenham parceria com universidades estrangeiras e converse com quem já passou por essa vivência. Quanto mais informações você tiver em mãos, mais fácil será resolver essa questão.

Separe a documentação

Quero estudar fora, basta fazer a matrícula?” Não! Muita atenção nesta etapa. Em muitos cursos, você só é admitido após um processo seletivo, alguns bastante rigorosos. Esteja atento a data de envio de documentações, a exigência para traduções oficiais e a prazos para realizar exames presenciais ou online. A mesma recomendação é válida para quem tenta bolsas de estudos.

Comprovantes de renda também costumam ser necessários. Cheque com a universidade qual é a quantia reserva você precisa ter na conta, pois um pequeno deslize pode ser suficiente para que você não transmita confiança suficiente para conseguir a vaga.

Cada universidade apresenta exigências diferentes, então cheque no site para ver se você tem tudo em mãos. Novamente, as instituições no Brasil com parceria com universidades ajudam nessa orientação. Ou seja, além de escolher o melhor curso para você, há menos riscos de erros ou de qualquer processo perdido. Não descarte esse auxílio!

Quero estudar fora. Será que estou pronto?” Sim! Se você tiver seguido cada uma dessas orientações corretamente, é provável que você já esteja pronto para fazer as malas e partir para uma incrível jornada. Aproveite ao máximo para extrair todas as experiências possíveis dessa viagem e volte com o currículo atualizado, completo e muito mais expressivo para o Brasil. Em pouco tempo, você terá retorno para cobrir este investimento.

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